“Meus pais não sabem nem a metade das coisas pelo qual eu já passei. Dos choros abafados, das decepções vividas e as dores guardadas em cada sorriso meu.”
— Animicida.
“Meus pais não sabem nem a metade das coisas pelo qual eu já passei. Dos choros abafados, das decepções vividas e as dores guardadas em cada sorriso meu.”
— Animicida.
Tua voz é calmaria pros meus dias de tempestade.
Eu quero você, quero estar dentro de você. Quero sentir seu sabor, sua temperatura corporal, quero ver seu corpo desejar o meu. Vou provocando, beijando calmamente sua boca, uma das mãos segura seu cabelo enquanto a outra te traz para mais perto de mim. Do meu corpo. Você tenta resistir a mim, aos meus beijos, ao meu toque. Uma parte de você suplica para que se entregue enquanto a outra luta ferozmente contra seus desejos. Eu a beijo mais, puxando seu corpo para junto do meu. Você trava uma briga internamente, ao sentir meu nariz roçar seu pescoço enquanto eu sinto o cheiro do seu perfume logo a baixo da orelha. Quero você, aqui. Eu pairo na sua frente te dando a escolha de ficar ou fugir. Você fica e segura firme meu cabelo, e eu sinto vontade de fazer dali meu palco, meu cenário, nosso sexo. O seu cheiro me embriaga, é como o canto de uma sereia. Beijo você com mais força, sua respiração vai ficando mais rápida na medida em que eu enrosco meus dedos na sua blusa e vou subindo-a, tirando-a aos poucos. Enrosco minhas mãos no seu cabelo e os puxo para trás, de modo que seu pescoço fique vulnerável a minha boca, de modo que fique presa a minha vontade. Primeiro sua boca, seu queixo, seu pescoço, seu ouvido. Suspiro enquanto mordo cada parte. Quero que seja minha, te torturo com mordidas e beijos que vão lentamente em direção do seu tórax, sentindo cada centímetro como se eu quisesse imprimir minhas marcas em você. Você suspira. E então eu desço minhas mãos para as costas até o sutiã, solto, e deixo-o cair. Minha mão trazendo seu corpo para mim enquanto a outra explora cuidadosamente um dos seus seios, mordo cada pedaço do seu tórax, pego seu seio com uma das mãos e o chupo, roçando meus dentes, língua. Você se contorce. Livro-me da calça e você esta praticamente nua, a mercê do meu toque, do meu beijo, dos meus olhos que te devoram. Minha parte preferida. Volto para sua boca e lhe beijo, te beijo para que sinta o que eu estou sentindo, seu pescoço, seu tórax. Seu seio, eu passo a língua lentamente em volta do seio, mordo. Sinto seus pelos arrepiarem, e então o chupo, mordendo, trazendo ele comigo. Você geme e segura meu cabelo, e eu continuo a tortura, passo a língua, chupo e mordo. Até que você comece a erguer seu sexo contra mim, até que você implore internamente pelo meu corpo. Vou descendo, minha boca roçando sua barriga, pairo entre suas pernas e fito seus olhos. Ajoelho-me a seus pés, meus olhos fitando os seus, seguro as laterais da calcinha e a tiro sem tirar os olhos dos seus. E eu quero estar dentro de você. Você me olha sem dizer nada, e eu te chupo, lentamente, sentindo seu sabor, sentindo o que meu corpo provocou no seu. Você se contorce. E eu continuo mais forte mais rápido. Te jogo na cama, separo suas pernas e estou dentro delas, chupando você enquanto você segura o vazio da cama. E você tenta se segurar, e então agarro seu quadril. Você geme ofegantemente. Segura meu cabelo. E eu gemo te chupando. E eu continuo mais forte, numa doce tortura. Você me segura mais forte. E continuo, até seu orgasmo, até ouvir você gritar meu nome, até eu sentir seu sabor.
Tua voz é calmaria pros meus dias de tempestade.
Corra atrás daquilo que você ama, já ouvi muito isso, e meus pés estão calejados por tanto praticar. Não sei mais o que fazer pra chamar sua atenção, nem se eu fizesse mil cambalhotas e o dobro de piruetas na sua frente, me notaria. Me sinto invisível, indetectável, mesmo estando praticamente na sua frente. Mandei indiretas, diretas, fiz drama, brincadeiras e nada. Talvez seu coração seja impenetrável, impermeável ou tenha um código de segurança tão complicado que nem mesmo você consiga decifrar. Seu silêncio dói, grita, ecoa em cada parte do meu ser e sua ausência só ajuda a intensificar mais ainda. Perco pedaços de mim à cada bom dia ignorado, entro em colapso à cada mensagem visualizada e não respondida, parece uma profunda paranoia, mas você me causa isso, me deixa numa canoa furada, e não sei se chegarei à margem antes que ela tenha afundado, ou eu mesmo tenha naufragado nesse mar de amor reprimido. Já são quase dois anos e ainda escrevo sobre você, na verdade, eu desabo, decaio, me perco nesse caos na esperança de ser encontrado, notado, amado…
Quero você aqui, no meio das minhas coisas, meus livros, discos, filmes, minhas ideias, manias, suspiros, recortes. Respirando o mesmo ar e todas coisas que alimentam àquela nossa, tua, minha inesgotável saudade. Entra, não pergunte se pode ficar. Vem e fica. Vai e volta.
Minha boca não disse nenhuma palavra mas os meus olhos disseram tantas.
Eu sempre disse que seria mais feliz sozinha. Teria meu trabalho. Meus amigos. Mas ter mais alguém na sua vida o tempo todo? São mais problemas que o necessário. Ao que parece, estou nesta situação. Há um motivo para dizer que eu seria mais feliz sozinha. Não foi porque eu pensei que seria mais feliz sozinha. Foi porque eu pensei que se eu amasse alguém, e depois acabasse, talvez eu não conseguisse sobreviver. É mais fácil ficar sozinha. Porque, e se você descobrir que precisa de amor, e depois você não tem? E se você gostar e depender dele? E se você modelar sua vida toda em volta dele, e então ele acaba? Você consegue sobreviver a essa dor? Perder um amor é como perder um órgão. É como morrer. A única diferença é que a morte termina. Isto? Pode durar para sempre.
Você coloriu meus dias, com todos os tons possíveis.
“Amor não acaba. Filmes acabam, balas acabam, dias acabam, beijos acabam, noites acabam, chocolate acaba, o assunto acaba, a paciência acaba, a vontade acaba - desejo diminui. Mas o amor não. Ele entra em coma, fica fraco, doente e, se for o caso, morre. Amor não é um sentimento, um fato, um objeto. Amor é uma vida, é algo que sai da compreensão humana, científica, racional. Amor não começa e acaba. Amor nasce e morre.”
— Anônimo.
Infelizmente nao acordei com um bom dia seu,a dor esta quase insuportavel é uma daquelas dores que nao é só no peito ela corroe tudo doi o corpo todo
E nem coragem de levantar da cama eu tive acredita ? Quarto escuro é a unica coisa que quero
Cada palavra sobre aviso por mais real que fosse é o dobro de lagrima e eu nem sei se tenho tudo isso,a culpada foi eu mas você tambem vai sentir falta das conversas,dos abraços,ate do jeito em que cuidava de vc no seu pior momento..
Caralho como é dificil sem você